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Disney compra Marvel em negócio de US$4 bilhões

A Walt Disney Company anunciou a aquisição completa da Marvel Entertainment pela cifra de US$4 bilhões, levando nessa brincadeira mais de 5 mil ícones famosos dos quadrinhos, desenhos e filmes.

A Disney pagará aos acionistas da Marvel US$30 por ação, mais 0.745 do valor da ação da Disney para cada uma da Marvel que eles possuam (um benefício, por assim dizer).

Ainda é preciso que saia aprovação de alguns orgãos antitruste dos EUA, mas tudo indica que a operação não enfrentará problemas - afinal, em tempos de crise é bom incentivar a sustentabilidade das empresas sem que o governos preciso sustentá-las, não?

Ike Perlmutter, chefão da Marvel, continuará cuidando da parte dos heróis da nova empresa e ajudará na integração com o portfólio da Disney.

Porém, algumas questões bem sérias serão temas recorrentes no futuro próximo. Afinal, Activision e SEGA são publishers de franquias Marvel em games. Sendo a Disney também uma publisher, é certo que eles miram o segmento de jogos eletrônicos nessa nova empreitada.

Não digo que contratos serão quebrados, mas a Activision pode estar à beira de perder um grande filão para seus jogos no futuro. Mais ainda, como fica a Sony com a exploração dos filmes do Homem-Aranha?

É curioso observar essas enormes fusões, pois sempre respinga muita coisa para todos os lados. O que fica de certo é que o gigante Disney está ficando ainda maior.

Pode ser bom para manter as marcas vivas - mas pode ser péssimo pela eterna concentração de mercado e franquias sob um mesmo dono, que só enxerga números e gráficos e muitas vezes nem lembra que existem consumidores humanos.

A conferir.

UPDATE - Eu não falei?

“Na área de games, a Marvel tem alguns acordos bem inteligentes de licenciamento com alguns dos melhores fabricantes de jogos do mercado. Apesar de estarmos nos movendo aos poucos na direção dos games eletrônicos em nosso portfólio, não descartamos a possibilidade de publicaramos e até produzirmos os jogos. À medida que esses acordos forem expirando teremos o luxo de considerar o que é melhor para a empresa e os produtos.” - Lowell Singer, VP de Relações com Investidores da Disney’s

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pellican | 31 de agosto de 2009 | 13:09 | Mercado | Negócios | Notícias []

Sprites 3D em um sensacional game japonês

3D Dot Game Heroes é um jogo de RPG sendo desenvolvido no Japão pela From Software exclusivamente para o PS3.

O conceito to título é usar as imagens pixeladas tão famosas nos anos 80 e 90 em forma tridimensional, em um mundo super colorido e todo baseado nos RPGs do passado.

A história é melhor ainda: O Rei decide que quer mudar o mundo de 2D para 3D e sua missão é tantar fazer com que as coisas voltem a ser o que eram. Confiram algumas imagens abaixo.

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pellican | 21 de agosto de 2009 | 18:44 | Notícias []

PS3 no Brasil - mais oficial do que nunca

O Ministério da Justiça acaba de liberar a classificação etária de diversos games de PS3, em mídia Bluray aliás, para o território nacional.

Porque isso é importante? Porque confirma totalmente a real intenção da Sony de lançar o console por aqui - e provavelmente até o final do ano. Afinal, vê-se que ela está preparando já uma boa leva de games.

Com o anúncio da versão Slim, com certeza o mercado nacional será mais explorado pela empresa e, com sorte, motivará Microsoft e Nintendo a fazerem o mesmo.

UPDATE - Hoje entraram mais jogos na lista, inclusive de PS2. Pelo visto a Sony vem com tudo para o Brasil e espero que uma boa política de preços e campanhas promocionais.

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pellican | 19 de agosto de 2009 | 13:31 | Mercado | Notícias []

Team Fortress 2 continua crescendo - e a Valve reinando

Um dos maiores fenômenos online na história dos games acaba de ganhar mais novidades. Team Fortress 2 oferece aos jogadores 12 chapéus diferentes para serem usados nos personagens, todos muito interessantes e engraçados como de costume.

Além disso, novos mapas de arena foram incluídos no update. E finalmene um novo modo: King of the Hill. Nesse modo existe apenas um Control Point. Os times correm para dominá-lo e assim que um consegue, um relógio começa a contar o tempo que eles permanecem por lá.

Quando outro time toma o ponto, o relógio do adversário para e o deles começa e assim a coisa segue até o fim do round. Basicamente é uma luta para ver quem, no final, conseguiu ficar mais tempo no Control Point. Parece bem divertido, não vejo a hora de testar.

Porém não trouxe esse assunto apenas como notícia e sim como exemplo de brilhantismo na criação, e no suporte, de um game e sua comunidade. A Valve parece entender perfeitamente o que os fãs querem e quais são as melhores forma de reter os consumidores.

O anúncio de Left4Dead 2 deixou alguns poucos furiosos, mas isso é coisa de quem ficou mal acostumado com as práticas da empresa. E podem ficar certos de que o jogo não é uma mera atualização com novas fases. Ele é gigante, amplo, cheio de novas ideias que com certeza valerão o preço cobrado.

Produtoras reclamam muito que seus jogos não vendem ou que os consumidores logo os esquecem e até revendem para comprar novos. Bem, isso é um fato mas que tal olhar os motivos para isso acontecer? Como tornar um game mais atraente?

De novo, a Valve mostra muitas maneiras para resolver alguns desses problemas. Não estou dizendo que os games PRECISAM ter modo online para serem mantidos. Team Fortress 2 é um sucesso principalmente porque é DIVERTIDO, é SIMPLES, é de FÁCIL ENTENDIMENTO. O online vem junto.

No Steam é comum encontrarmos jogos um pouco antigos com descontos, promoções com vários títulos por preço especial e até brindes para quem adquire um lançamento. Mais um exemplo de como tratar bem o consumidor e se ajoelhar perante suas vontades.

Porque assim a Valve consegue fazer com que jogos de dois, três anos de idades subitamente explodam em vendas - seja com o desconto, uma nova fase, um brinde e por aí vai.

Não acho que as demais produtoras devam copiar puramente essas ideias, até porque a Valve tem o benefício de possuir a plataforma Steam. Mas elas devem ‘quebrar’ em pedaços miúdos cada um dos motivos que parecem ajudar os títulos que a Valve vende.

Muitas vezes é possível encontrar uma maneira diferente de usar esses elementos, incrementar um aspecto e por aí vai. Muito melhor do que clones de Mario Bros. são os jogos que pegam a mecânica e colocam um pequeno detalhes que muda tudo e cria um título completamente diferente e renovado.

Talvez seja difícil as produtoras assumirem, internamente, que elas talvez estejam erradas, que mais alguém no mercado teve uma ideia melhor. Todas querem inovar e ser lembradas por quebrarem paradigmas.

Infelizmente isso nunca será possível e é muito mais vantajoso, para empresas e consumidores, que as boas ideias sejam mais exploradas por todos. Sem cópias esdrúxulas, é claro.

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pellican | 13 de agosto de 2009 | 16:11 | Artigo | Mercado | Notícias []

GRIN perde o sorriso

O estúdio GRIN infelizmente anunciou o fechamento da empresa hoje, pedindo falência na Suécia, país onde fica sediada.

Os recentes lançamentos de Wanted: Weapons of Fate, Terminator: Salvation e Bionic Commando (versão nova) literalmente quebraram o fluxo de caixa da GRIN. Todos tiveram vendas bem abaixo do esperado - o que é um pouco incomum para games licenciados. Mesmo assim, os jogos não foram bem recebidos pela crítica.

Interessante nessa história é que a GRIN foi CONTRATADA para fazer esses títulos e ela afirma que atrasos nos pagamentos por parte das produtoras prejudicaram demais seu fluxo de caixa. Com projetos próprios também em andamento, eles não foram capazes de se manter sem o dinheiro supostamente prometido para mais cedo.

Muito duro esse mundo dos games, hein? Um estúdio que tem qualidade, responsável por Ghost Recon Advanced Warfighter 1 e 2, entra em contratos mais limitadores de criatividade e ainda se ferra porque o jogo não vende bem.

Pode muito bem ser um sinal de como as produtoras grandes não estão tão bem assim e estão dispostas a adiar pagamentos mesmo sendo geralmente elas as culpadas pela baixa qualidade de games licenciados, com restrições, imposições e prazos impossíveis.

UPDATE - Alguns ex-funcionários da GRIN estão abrindo um novo estúdio na Suécia, chamado Outbreak Studios. Desejo a melhor das sortes a eles - e mais responsabilidade em projetos futuros.

Fonte: Kotaku

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pellican | 12 de agosto de 2009 | 17:34 | Mercado | Notícias []

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