Cliff B: “Essa geração é boa para rochas e metais.”
Essa é boa. Cliff B., produtor e queridinho dos games de ação e destruição sem sentido, saiu em defesa do estilo visual que vemos nessa geração atual de consoles (e PC também, porque não). Não sei se já notaram, mas é clara a escolha por gráficos cinza/marrons, personagens truculentos de cabelo raspado e muitas, muitas rochas e peças de metais - incluindo armaduras.
Cliff diz que a tecnologia nessa geração é muito boa para renderizar esses tipos de materiais, aproveitando bem o efeito da luz sobre eles. Além disso, cabelo é algo ainda difícil de se fazer e, por isso, nossos ‘heróis’ são todos aspirantes do exército.
Não é preciso ser gênio para observar uma clara parcialidade nesse discurso. Cliff trabalha na Epic, produtora da Unreal Engine, motor gráfico mais usado atualmente na produção de títulos. E curiosamente, são esses os games que mais trazem esse visual característico.
Me desculpe Cliff, mas falta de imaginação acaba de ganhar uma explicação tecnológica. Se vocês não conseguem imaginar algo diferente temos um grande problema no lado artístico; se não conseguem criar uma engine para renderizar outras coisas além de rochas e metais então temos um problemão de engenharia.
Por que Wind Waker, o novo Prince of Persia, Viva Piñata, Okami e Team Fortress 2 são alguns bons exemplos de estilo diferente? Será mesmo que Killzone 2 é igual a Gears of War, parece com Fallout 3 e lembra Resistance por limitação técnica? Ou porque ‘é disso que o povo gosta’?
- pellican | 3 de julho de 2009 | 18:46 | Artigo | Publishers | Tech []
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Cliff B: “Essa geração é boa para rochas e metais” - Blog WiiClube disse:
3 de julho de 2009 às 18:53[...] Leia mais no Tupinigames [...]
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Nebel Spieluhr disse:
3 de julho de 2009 às 21:07Ele está vendendo o peixe dele né, rsssss
A eu gosto de FPS, de vez em quando, mto raramente na verdade, fico com vontade de jogar um, mas eu sinto saudades da época em que street fighters disputava com Mortal Kombat na liderança dos mais jogados, ou então mais a frente com the king of fighters tomando o lugar na disputa de mortal kombat, e na era dos 32 bits em que o RPG/Simulação e tactics estavam em alta.
Essa nova geração está mto “high tech/marombation” FPS com bombados, rpg com bombados, querem colocar os fortões em todos os jogos da moda.
Por isso que sou fan da Nintendo, ela ainda mantém o mesmo espirito de antes.
Não sei se sou eu que estou ficando velho ou as empresas que estão ficando caducas º_º (ou talvez seja o “sangue novo” no mercado de games que esteja avacalhando com tudo ¬¬) -
Ceelo disse:
4 de julho de 2009 às 12:27Eu acho que isso é uma das coisas que tendem a acontecer com qualquer indústria. Quando se chega ao topo, algumas pessoas dentro dela, pensam que para evoluir ainda mais é necessario que haja um completo redesign de tudo, para que não caia no obsoletismo. Então chegam caras como o Cliff B.; que acreditam nessa falsa verdade. Por que é falsa, por que é isso que causa a grande Ruptura por parte dos gamers, que deveriam estar todos juntos, mas isso é só mais lenha para aquela velha fogueira “nintendistasxorsto”; mesmo por que se formos analisar assim, a única grande empresa de entrenimento neste ramo, vem sendo, ao passar dos anos, a Nintendo. Alias, foi ela quem começou com tudo isso, com o velho, porém nada antiquado, Donkey Kong, naqueles 2-bits, aquelas máquinas Gigantescas, e que só existiam em 3 ou 4 fliperamas no japão. Tendo em vista que a Sony entrou neste mercado por causa da nintendo, e que a microsoft entrou pela grana (Atari e Sega, pra mim são dois casos a parte) pode se resumir que este modismo por parte das produtoras é algo normal e é algo que tem um data pra terminar. Logo tudo volta a origem, é assim que as coisas acontecem no nosso pequeno planeta chamado terra. É assim inclusive que Newtown, na única parte de sua teoria em que einsten não mecheu, Todo o Objeto que é arremeçado para o alto, desde que não ultrapasse a estratosfera, Atinge um climax, que dura questão de nanosegundos, neste climax ele repousa suspenso no ar, e logo depois ele volta para o ponto inicial, para que assim possa ser arremeçado outra vez.




